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A aprendizagem de máquina indica o fim dos seres humanos no centro de dados?

Posted: 4 agosto 2018 By: Tech Data Categories: Storage

Há muito que os clientes procuram um centro de dados mais simples, onde os custos estão continuamente a ser otimizados, o serviço é maximizado e a necessidade de intervenção humana é reduzida. Até agora este objetivo tem sido alcançado através de avanços crescentes de tecnologia e processos, mas os avanços na ciência de dados e o crescimento da IA significam que as coisas podem mudar rapidamente, até ao ponto onde, em breve, a presença de seres humanos no centro de dados pode tornar-se desnecessária.

Uma alteração chave é a escala da análise de dados que está a ser realizada. Soluções como o armazenamento HPE Nimble com InfoSight estão a analisar os dados a uma escala global, em muitos clientes, maximizando a informação.    A HPE analisou mais de 12.000 casos de uso do Nimble em mais de 7.500 ambientes de clientes, em toda a pilha de infraestrutura de múltiplos fornecedores e em múltiplos locais. O motor de analítica preditivo InfoSight agrega e analisa informação de até 70 milhões pontos de dados todos os dias, gerando uma vista granular incomparável de cada infraestrutura, e uma vista holística de cada infraestrutura onde a solução Nimble está presente, aprendendo lições à medida que avança.

Em conjunto, as soluções Nimble e InfoSight utilizam a aprendizagem de máquina para desenvolver uma compreensão de potenciais problemas que surjam para além da capacidade razoável de uma equipa humana. Em 90% dos casos, o InfoSight consegue detetar problemas e resolvê-los antes mesmo de os clientes se aperceberem que existe um problema.

Esta análise de dados global e a atividade de aprendizagem da máquina detetaram algumas surpresas, por exemplo, os seres humanos normalmente suspeitam que os problemas de armazenamento estão a impulsionar a lacuna entre as aplicações e o fornecimento de dados. Porém, a solução InfoSight verificou que, de facto, menos de 50% dos casos são provocados pelo armazenamento; pelo contrário, 54% dos problemas resultam de uma fraca configuração, fraca interoperabilidade e ausência de melhores práticas. Ao passo que 46% são problemas de armazenamento resultados de hardware e software relacionados e problemas de atualização de software.

Para os seres humanos, as implicações significam que a tecnologia já está a prever e a resolver de maneira precisa falhas potenciais e reais mais rapidamente do que eles conseguem. Está a identificar as falhas atuais e quais podem ser falhas futuras. Está-lhes a dar uma assinatura, e regras para resolução e replicando-as depois noutros locais do cliente mais rapidamente do que uma equipa de seres humanos alguma vez conseguiria. A IA está também a impulsionar futuras atualizações de software, implementando o que já foi aprendido.

Na prática, vai demorar ainda algum tempo antes de os seres humanos serem eliminados do centro de dados mas as organizações já estão a utilizar infraestruturas autónomas para reduzir a dimensão das suas equipas de apoio, contando com a IA para resolver 80% dos problemas que são simples e comuns, antes mesmo de eles os afetarem. No caso dos 20% de problemas que são complexos e únicos, os clientes estão a utilizar um número mais reduzido de técnicos com competências superiores para fornecer o nível certo de suporte, uma tendência que vai acelerar à medida que a tecnologia da IA evolui ainda mais.

Veja este vídeo da HPE para obter mais informações sobre a IA no centro de dados. Obtenha mais informações sobre a solução HPE Nimble aqui.

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